Seu cliente paga uma vez, no app do banco dele. A divisão acontece no próprio pagamento: o valor
de quem vendeu vai para a conta dele, a taxa vai para a Pratigo. O dinheiro não passa pela Pratigo.
Exemplo: um Pix de R$ 89,90 é pago e dividido. R$ 88,51 vão para quem vendeu e R$ 1,39 de taxa para a Pratigo.
Um caixa só ou uma feira inteira.
Loja, restaurante, prestador
Você vende, o cliente paga no app do banco dele e o seu dinheiro vai para a sua conta — sem esperar repasse da plataforma, sem pedir saque. Cobre pelo painel ou pela API e veja quanto ficou líquido em cada venda.
Vários recebedores sob um só dono, cada um recebendo na própria conta. A equipe tem papéis: o operador acompanha as vendas sem enxergar taxa, repasse nem conta bancária. O instituto é aberto pela equipe Pratigo.
Mexa nos números. Veja para onde vai cada centavo.
É o mesmo cálculo que a plataforma faz ao criar a cobrança. Ao lado, o resultado como a API devolve. Valores de exemplo: a taxa da sua conta é combinada com a Pratigo.
Quem vendeu recebeR$ 88,51
Taxa PratigoR$ 1,39
Taxa efetiva1,55%
Taxa fixa por cobrança, percentual ou as duas juntas. Se sobrar menos de R$ 0,01 para quem vendeu, a cobrança é recusada antes de ser criada.
Do pedido ao dinheiro na conta, sem ninguém no meio.
1
Você cria a cobrança
Pelo painel ou com um POST /v1/charges. Repetir a mesma external_reference devolve a cobrança que já existe — nada de Pix duplicado se a rede piscar.
2
O cliente paga
A resposta traz o copia-e-cola e um link para baixar o QR em SVG. Qualquer app de banco com Pix paga.
3
O pagamento já sai dividido
A regra de split vai junto da cobrança. O líquido vai para a conta de quem vendeu e a taxa para a da Pratigo. Um pagamento, dois destinos.
4
Seu sistema fica sabendo
Em cerca de um minuto chega o webhook charge.paid, assinado. Expirou, cancelou ou estornou? Também avisamos. Se o seu servidor estiver fora, tentamos de novo até 5 vezes ao longo de uns 40 minutos.